sexta-feira, 27 de dezembro de 2013

Remember Love - Jogo sujo!

Capitulo 14


Beatrice P.O.V.

- Ai Jus, vamos sentar ali naquele banco eu já estou cansada.

   Já era a 10° loja que agente sai, e esse folgado não deixa eu escolher nada só ele que quer comprar as coisas pra minha filha, MINHA Filha.

- Não sua preguiçosa é a ultima loja eu prometo.

- Justin você está parecendo aquelas mulheres compucivas por compra.

- Eu não sou mulher, e estou comprando coisas pra minha filha - Ai c**** o que eu fiz pra merecer?

- Justin ela é Minha filha.

- É minha também, sou eu que vou ajudar a cuidar, dar todo carinho do mundo, vou ama-lá mesmo não sendo do mesmo sangue que o meu - ele disse.

- Arght - sai  e deixei ela lá parado e entrei na loja.

- Bea - não virei - amor me desculpa? não queria ter falado daquele jeito com você - disse me abraçando por trás.

Me virei - me desculpa? eu sou uma egoísta.

- Amor - acariciou minhas bochechas - você não é egoísta okay? - eu assenti - vem vamos terminar de olhar as coisas dessa loja ai vamos embora e eu vou comprar o chocolate de você gosta.

- Justin você joga sujo - disse dando um leve tapa no braço dele.

- Nunca disse que jogava limpo gatinha - me deu um selinho - vem vamos lá.

Demos uma olhada naquela loja, Justin comprou umas 3 coisas, Fomos pro estacionamento tínhamos que chegar em casa logo por que os moveis que agente comprou para o quarto da Mih iria chegar as 18:00  e já era  16:00 e ainda tínhamos que levar nossas coisas pra casa. Ele comprou meu chocolate, por que eu já estava enchendo o saco dele, Coitado.

Chegamos na casa da tia Pattie e os seguranças já foram colocando nossas coisas no porta malas, entrei dentro de casa e via a Tia Pattie brincando com a Milena e a Jazzy na sala, me ajuntei com ela. Milena parecia que estava banhada, estava com uma roupa diferente e pra quem estava de manhã chata está bem sorridente agora.

- Comprou todas as coisas querida? - disse tia Pattie.

- compramos um berço, alguns móveis e o bebe conforto e no sábado agente vai pintar o quarto dela. - disse sorrindo empolgada.

- se você quiser, em quanto vocês pintam lá eu posso ficar com ela.

- Tia você tem o Jaxon a Jazzy pra cuidar não quero atrapalhar.

- Meu amor será um prazer eu cuidar dessa menininha linda aqui - disse olhando pra Mih que estava no meu colo. - e alem disso a Jazzy e Jaxon amou a Milena.

- É verdade Tia Bea, - Jazzy sentou do meu lado - Ela é linda e quando ela crescer mais um pouquinho - indicou com o dedinho - vou ensinar ela a brincar  de bonequinhas.

- você vai? - disse a ela.

- Uhum - milena esticou os braços querendo a boneca que estava no colo de Jazzy que a entregou, Mih como não tem noção de nada ainda colocou na boca - Olha isso tia bia - arregalou os olhos - não Mih isso não é de colocar na boca - tirou da mão dela e eu e a Tia pattie demos risadas

- Estão rindo do que? - disse Justin entrando na sala e sentando do meu lado.

- A Milena pediu minha boneca e colocou na boca. - disse a Jazzy sentando no colo dele.

- Que menina danada - disse o Justin tirando o cabelinho que tinha no rosto da mih - Bea - olhei pra ele - vim te chamar pra irmos embora.

- Já meu filho? - disse tia Pattie.

- sim mãe, terminei que colocar as coisas no carro, ainda temos que arrumar os móveis do quarto da Mih.

- Nossa é verdade, que horas são? - disse pro Justin.

- psé já são 17:00, sorte que nossa casa não fica longe daqui.

- Tudo bem meu amores, quando tudo estiver arrumadinho me liguem pra eu, Jeremy e as crianças passar uma tarde com vocês - disse levantando e vindo nos abraçar.

- Claro mãe, vou te ligar sim, pode deixar e vai ser eu que vou fazer o almoço - piscou pra ela.

- Ai meu Deus, ainda tem como desistir? - ele negou com a cabeça - prometo ser sincera.

Rimos.

- Tchau tia Pattie, aparece lá sem falta. - disse a abraçando.

- pode deixar querida - me deu um beijo na bochecha - e cuida do meu filho, já fiz ele prometer que ira cuidar de você direitinho - Olhei pro Justin que piscou pra mim.

- Vou cuidar sim tia - sorri pra ela e beijei o topo da sua cabeça.

Justin pegou a Milena no colo e eu peguei minha bolsas. Entramos dentro do carro e acenamos pra tia Pattie e Jazzy que estava na porta.


Continua?

Talvez eu só poste o próximo em janeiro, não sei ainda...


Beijos *-* até o próximo 

terça-feira, 24 de dezembro de 2013

Especial de Natal - 2013




Estou recebendo bastante visualização mais poucos comentários de 20 pessoas 
que leem um capitulo eu só recebo 2 comentários, eu sei que tem mais gente 
lendo, se não tiver conta é só deixar em anonimo e colocar seu nome no final ;)


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Amor Verdadeiro 

  Houve um tempo em que eu acreditava em tudo. Em mentiras, em promessas, em destino feito por nós mesmos, em estrelas cadentes, em sorte e azar. Mas uma pessoa mudou isso em mim. Mudou o que eu pensava sobre tudo, minha visão sobre o mundo. Mudou meus planos, meus princípios e verdades, meus desejos e vontades. Mudou minha vida, me mudou. Eu acreditava que nós fazíamos o que quiséssemos, mas aprendi que nada é por acaso. Tudo acontece por uma razão. Ele era uma pessoa comum, no início. Não era importante, não fazia falta, mas isso mudou, e talvez tenha sido a melhor coisa que já me aconteceu… Eu passava por ele, na rua ou em qualquer outro lugar e o cumprimentava apenas por educação. Era quase todo dia, em quase todo lugar que eu já havia me acostumado com sua presença. É assim que uma amizade começa, mas não foi assim que terminou. Dávamos-nos as mãos, como um gesto simples de carinho, que para nós era comum. Abraçávamos-nos sem malícia. Conversávamos sobre toda e qualquer coisa. Frequentávamos um a casa do outro, sempre. Todos comentavam e estranhavam, mas nós não nos importávamos. Certo dia, depois de tantas conversas, ele me perguntou algo que nunca havia perguntado. Me assustei, não com a pergunta, mas com a forma como perguntou. Ele costumava falar num tom de voz baixo, mas sussurrou a pergunta, com a cabeça baixa, sendo que tinha o costume de olhar nos olhos da pessoa com quem conversava, quem quer que fosse ela. Ele me perguntou se eu já havia amado alguém. Era estranho, pois não havia nada que ele não soubesse sobre mim, pensava eu. Apesar de estar espantada, minha resposta foi sincera e tímida. “Não”, eu disse, observando seu rosto. Ele gemeu alguma coisa que eu não entendi. Eu o observei por alguns longos minutos. Queria que aquela imagem ficasse para sempre em minha memória. Quando foi que eu olhei para ele assim? Quando foi que eu procurei imperfeições nele, e não encontrei? Como é que eu nunca notei a pinta que ele tinha perto do olho, o formato de sua boca ou a mistura de caramelo escuro e claro que seus olhos tinham? Como foi que eu nunca notei sua beleza? Ele era lindo. Incrível e absurdamente lindo. Queria ficar ali, para sempre, olhando-o sob a luz clara do crepúsculo. Suas bochechas coraram, e eu percebi que aquele silêncio já estava constrangedor. Foi difícil ir embora, mas eu fui. Quando cheguei em casa, naquela noite, subi as escadas sem hesitar na porta e fui direto ao quarto. Imersa em pensamentos, deitei na cama, afundando o rosto no travesseiro. O que estava acontecendo comigo? Senti a necessidade de ouvir a resposta de alguém. Do meu melhor amigo, talvez. Peguei o telefone e disquei o número sem hesitar. Ele atendeu rapidamente, com a voz rouca. Eu não disse nada. Algo na voz dele me imobilizou. Ele também não disse nada. Até o som do silêncio eu podia ouvir; era constrangedor. Eu quase pude ouvir seus pensamentos, junto a sua respiração. Queria perguntar mil e uma coisas, mas um nó se formou em minha garganta. Depois de alguns minutos, consegui falar. “Como é amar?”, perguntei num sussurro fraco e rouco. Foi meio estranho perguntar. Um silêncio cruel e doloroso preencheu o ar. Queria acreditar que o som que rompeu esse silêncio, não era o som de suas lágrimas. Alguns outros minutos de silêncio se seguiram. “Ouvi falar que é estranho. E realmente é…”, ele começou. Esperei. “Ouvi falar que a gente perde o chão, que é como se um abismo tivesse se aberto abaixo dos pés…”, completou. Ele parecia mais seguro agora. “E é assim?”, perguntei. “Comigo foi diferente. Foi como se, pela primeira vez, o chão estivesse ali. Como se eu soubesse que poderia caminhar sem que nada me derrubasse.” Fiquei em choque, sem conseguir dizer muito. “Quem é ela?”, me arrependi de ter perguntado. Ele soltou um suspiro pesado. Pude sentir a dor dele. Nós tínhamos algum tipo de conexão. Se ele sofria, eu sofria também e vice-versa. Não tinha como evitar. Silêncio. Novamente. Mais um suspiro e percebi que ele não responderia. Enfim, ele desligou. Meus joelhos cederam e as lágrimas escorriam pelo meu rosto. Não tentei controlar, apenas voltei para a cama e abracei meu travesseiro. Percebi, então, que não era o travesseiro que eu sentia a necessidade de abraçar. Eu não tinha idéia do que estava acontecendo comigo. Queria tê-lo por perto, para que ele pudesse me abraçar e confortar, com uma intensidade que nunca desejei antes. Eu já estive apaixonada antes, mas nunca foi assim, tão forte que me fez chorar. A vontade de tê-lo comigo, quase me fez levantar imediatamente e ir atrás dele. E então eu adormeci. No outro dia, acordei com olheiras profundas e pesadas. Havíamos combinado que nos veríamos nesse dia, como de costume. Eu estava tão feliz, tão animada com a ideia de que veria ele novamente que, depois de passar horas em frente ao espelho, achei que estava realmente bonita. Mas ele não apareceu. Esperei por alguns minutos. Nada de ele chegar. Eu não conseguia acreditar que ele não estava ali. Só conseguia pensar que alguma coisa tinha acontecido. Ele não teria esquecido, nem tampouco feito para me magoar. Liguei para ele. Ele não atendeu. Estava começando a me preocupar, então liguei na casa dele. Sua mãe atendeu, e me disse que ele havia saído algumas horas atrás; nervoso e sem dizer para onde ia. Só havia dois lugares para onde ele ia quando estava nervoso. Para a minha casa ou para um prédio abandonado, onde ele gostava de ir para pensar. Se ele não estava comigo, ele só poderia estar lá. Fui até lá, sem pensar em outras hipóteses. Quando cheguei me senti aliviada por encontrá-lo. Ele estava de costas e não me viu. Queria me aproximar e perguntar o que estava acontecendo, mas não disse nada, apenas fiquei parada, olhando para ele. Ele ficou de pé, depois se virou para mim. Seus olhos estavam cheios de lágrimas. Era quase impossível controlar o impulso de sair correndo e abraçá-lo. Quando dei alguns passos à frente, ele ergueu a mão direita, como se estivesse pedindo que eu parasse, e então parei. “Não podemos mais nos ver”, sussurrou, tão baixo que foi difícil ouvir. Talvez tenha sido difícil pelo fato de eu não querer ouvir. Demorei alguns longos minutos para digerir aquelas palavras e a forma como ele disse num tom de voz frio e rude. “Você não me verá mais. Eu prometo”, continuou, com o mesmo tom de voz. “Não! Por favor, não!”, tentei gritar, mas o nó que se formou em minha garganta impediu que minha voz saísse no tom de voz que eu queria. Disparei em sua direção, envolvendo-o em meus braços com a maior força que pude. Eu estava chorando. Ele não disse nada, e eu daria tudo para saber o que ele estava pensando. “Por favor, não faça isso”, sussurrou com a voz rouca, entre soluços pesados. Eu não tinha idéia do que ele queria dizer, mas não me importava com quaisquer que fossem suas intenções. Eu não me afastaria dele. Então seus joelhos cederam e ele caiu ao chão, junto aos meus pés. “Me diga o que aconteceu, quero te ajudar, por favor, deixe-me ajudá-lo”, eu disse, baixo, mas ele ouviu. Ele não me respondeu, e ainda soluçava. “Eu preciso que você me diga”, insisti. Ele se levantou com muito esforço, olhou em meus olhos e segurou minhas mãos com força. Alguns minutos se passaram até que ele falasse. Meu coração parou por um instante, depois acelerou desesperadamente. Se um coração ao se partir emitisse algum som, acho que aquele era o som. As palavras que se seguiram, como o som de um vidro ao quebrar, ecoavam em minha mente. “Eu…”, hesitou por alguns segundos “… amo você. É por você que eu ainda estou vivo, mas acho que isso já é meio óbvio. Eu lhe peço, que, para o seu melhor, se afaste de mim”. Já se sentiu como se tivesse muitas coisas para falar e mesmo assim não conseguisse dizer nada? Eu estava assim. Perplexa. Paralisada. Imóvel. Então era a mim que ele amava? Desde quando? Como? Ele pareceu entender meus pensamentos, pois respondeu rapidamente. “Eu não sei como ou quando aconteceu, mas aconteceu, e agora eu estou aqui, te envolvendo cada vez mais nisso e te pedindo para se afastar de mim. Será melhor para você”. Por quê? Por que ele estava dizendo aquilo? Inspirei e expirei algumas vezes, para me acalmar. Não adiantou. “Você não quer isso… Se afastar de mim. Você não quer…”, consegui, enfim, dizer. Não era uma pergunta. Ele virou o rosto, sem conseguir fitar meus olhos outra vez. “Não…”, sussurrou. “… e talvez esse seja meu lado masoquista”. Não queria que ele se sentisse daquele jeito, queria fazer alguma coisa para acabar com a dor dele. Por que eu senti vontade de correr e saltar daquele prédio? Por que meu coração doía tanto? Por que eu estava me sentindo daquele jeito? O que eu estava sentindo, afinal? Abracei-o com força, mas ele lutava para se desprender de meus braços. Eu queria mantê-lo para sempre ali, aninhado em meu peito, para tentar acalmá-lo e desejei que ele nunca fosse embora. A ideia de sua partida me fez derramar lágrimas, novamente. “Eu nunca vou te deixar, nunca! Entendeu seu idiota? Não vou deixar você ir assim”. Ele não fez piada daquilo, mas parou de lutar. Olhou em meus olhos, o que me fez tremer. Segurou meu rosto entre as mãos, acariciando-o por um instante, depois aproximou seu rosto do meu. O contato de nossas peles me fez tremer. Segundos depois senti seus lábios nos meus; eram quentes e doces. O sabor mais doce entre todos os beijos. Não queria que aquele momento acabasse nunca. E quando se afastou, forçou um sorriso e disse, com a voz fina e baixa, “adeus”. Não o vi sair, minhas pernas prenderam-me ao chão. O que estávamos fazendo? Não devíamos ter feito aquilo, não era certo. Eu não deveria ter gostado daquele beijo. Nos dias que se seguiram, não nos falamos. Quando eu telefonava, ele não me atendia e, quando fui até sua casa, não havia ninguém. Pouco menos de uma semana após sua confissão, uma notícia me abalou. Eu estava em casa, pensando em onde ele poderia estar, quando minha mãe veio conversar comigo, com os olhos cheios de lágrimas e uma expressão de dor. Tentei imaginar o que era, e quando ela me disse, senti muitas coisas ao mesmo tempo. Dor, surpresa, preocupação, saudade, e mais dor. Foi um impacto muito forte. Disparei pela porta e, sem pensar duas vezes, fui direto ao Hospital, onde, segundo ela, ele estava. Quando cheguei, o desespero me dominou. Eu já não sabia o que pensar, ou o que deveria fazer, mesmo assim entrei. Tentando me controlar, fui até a recepção e perguntei por ele, dando à recepcionista o nome Justin Drew Bieber. Ela me indicou o número do quarto e disse que talvez ele não pudesse receber visitas. Não me importava, eu precisava vê-lo. Procurei o quarto, e, assim que o encontrei, bati na porta. Ninguém abriu. Bati novamente e abri a porta. Ainda sem entrar, olhei o quarto e não havia ninguém além dele. Entrei. Ele estava lá, de costas para mim. Esperava que ele estivesse acordado, então ele se mexeu. Ele olhou por sobre o ombro, depois abaixou a cabeça novamente. “Sabia que não demoraria a me encontrar”, disse, com a voz mais baixa que de costume. “Por que você está aqui?”, perguntei. “Muitos motivos…”, sua voz falhava. Fui até ele e me sentei a sua frente, para que conseguisse ver seu rosto. Ele me olhou por alguns segundos, depois fechou os olhos. Seu corpo estava cheio de hematomas, manchas escuras. Talvez ele não quisesse me dizer, mas eu precisava que ele me dissesse. “Você não está bem, não é?”, perguntei, sabendo que a resposta era não. Ele abriu os olhos e sorriu. Seu sorriso acendeu uma espécie de calor em mim, como se aquilo fosse parte vital de mim. Dei a volta na cama e me deitei ao seu lado, pondo a mão em sua cintura. Ele segurou minha mão e, assim que o fez eu percebi que sua pele estava muito fria. Pude perceber, também, que ele respirava com dificuldade. Eu não queria acreditar no que estava acontecendo. “Eu vou morrer”, ele disse num tom de voz totalmente frio. Eu estava chorando, de novo. “Não, você não vai. Não vou deixar isso acontecer”, tentei dizer, lutando para engolir o nó em minha garganta. Ele riu, o que me fez chorar ainda mais. “Você terá que aprender a viver sem mim garota…”, percebi que ele estava sorrindo, como se achasse graça de tudo que estava acontecendo. Aquilo me irritou um pouco, mas não disse nada. Seu corpo enrijeceu por um momento, depois tremeu, o que me assustou um pouco. “Isso é normal”, ele disse, como se tivesse lido meus pensamentos outra vez. “Foi por isso que você pediu que para que eu me afastasse de você?”, perguntei. Ele não respondeu. Seu silêncio era constrangedor. O único barulho que podíamos ouvir, era o dos aparelhos ao seu lado. “Vou sair daqui amanhã”, disse ele, depois de tanto tempo em silêncio. Quase me animei. “Quero ir para casa, ficar perto da minha família”. Esse foi o término do meu ânimo, quando entendi o que ele queria dizer. Não questionei, apenas o abracei com mais força. E foi assim que aquele dia se seguiu. Fiquei com lá até um pouco depois de ele ter adormecido. Eu chorava só de olhar para ele, só de pensar em perdê-lo. Sua mãe estava lá também e, por esse motivo, consegui ir para casa. Eu não pensava em mais nada, o dia todo. Eu só saía daquele Hospital quando ia para casa, à noite. Não conseguia imaginar minha vida sem ele. No dia que ele foi para casa, todos foram ao Hospital. Amigos, familiares, conhecidos, etc. Muita gente gostava dele, ele era uma pessoa muito especial. Ele teve um pouco de dificuldade para caminhar até o carro, e sua mãe estava ao seu lado, como apoio. Ver aquela cena me fez perceber o quanto eu o amava, o quão importante ele era para mim e o quanto eu queria que ele ficasse. Quando ele voltou para casa, quase nada havia mudado entre nós. Era quase como antes, nós ainda xingávamos um ao outro, discutíamos sobre seu gosto musical e ele ainda criticava meu cabelo cobrindo meu olho. Era bom vê-lo comigo, fazê-lo sorrir enquanto podia. Eu sentia como se tivesse um prazo de vida. Não só da dele, mas da minha também. Parecia que não existia vida sem ele. Acho que fomos “levando” a situação. Um dia, depois de eu ter criticado bastante a música que ele estava ouvindo, ele parou, me olhou e sorriu como na noite em que eu descobri que o amava. “O que foi?”, perguntei constrangida. “Vou sentir sua falta, onde quer que eu esteja”. Retribuí o sorriso e, por mais que já estivesse me acostumando com as lágrimas, senti meu coração apertar com cada lágrima que eu derramava. Na manhã seguinte recebi um telefonema de sua mãe. Ele havia piorado, e foi levado novamente para o Hospital. Fui até lá assim que soube. Quando o vi, meu coração disparou. Ele mal conseguia falar, então não exigi esforços dele. Fiquei sentada ao seu lado, falando com ele, sem esperar resposta. Eu estava falando com ele, sobre coisas do nosso passado, quando ele me interrompeu. “Você fica linda quando prende o cabelo”, disse ele, sorrindo. Sabia que ele havia reparado em meu cabelo, só não esperava que ele falasse disso. Reprimi o riso e apenas sorri para ele. Ele segurou minha mão e a apertou, usando a maior força que pôde. Beijei sua testa, depois seus lábios. Ele sorriu. Ele me pediu para que eu cantasse uma música para ele e, apesar de eu não gostar daquele estilo de música, sussurrei-a em seu ouvido. Então ele fechou os olhos… e nunca mais os abriu. Ele faleceu naquela noite, em meus braços. Parece horrível, eu sei, mas para mim não foi. Foi como se eu o estivesse ninando durante a noite, e ele estivesse num sono profundo. Eu sei que ele estava feliz em meus braços, e eu estava feliz também. Foi difícil para mim, deixá-lo ir, mas agora é como se ele nunca tivesse partido. E quando me perguntam onde é que meu amor está, eu sempre respondo a mesma coisa: “Independente de onde ele estiver, ele está esperando e olhando por mim, e nosso amor estará para sempre vivo nos corações daqueles que fizeram parte dessa história. Eu sinto que ele ainda está em mim, e para sempre estará”.




Venho escrevendo essa historia há um tempo, e agora que eu terminei
vou dar de presente de natal pra vocês... espero que gostem
e não me culpe por fazer você chorar, por que toda vez que eu vejo eu choro...

Obrigado por leem 

TO YOUUU...

domingo, 22 de dezembro de 2013

Remember Love - Hoje a tarde!

capitulo 13


Estava fazendo cocegas no Jaxon quando uma senhorinha parou e ficou nos olhando

- Ér...Quer ajuda? - disse colocando o Jaxon no chão.

- Você dever ser um ótimo pai pra esse garotinho ai.

- Não, ele não meu filho é meu irmão - disse olhando pro Jaxon.

- Oh me desculpe.

- Não tem problema senhora...

- Steve... Mais de qualquer forma você será um ótimo pai. - ela disse sorrindo.

- Muito obrigado Sra. Steve, precisamos ir agora minha mãe deve estar preocupada, foi um prazer conhecer a senhora. - apertei a mão dela.

- Foi um prazer pra mim também ...

- Justin.

- Justin - ela sorriu - era o nome do meu marido, mais isso não vem ao caso, você tem que ir agora, tenha um ótimo dia Justin

- Pra senhora também.

Sorri e peguei a mão do Jaxon, fomos até a cafeteria, Jaxon pegou um chocolate e eu um capucino, escolheu duas rosquinha, só não sei pra quem ele vai dar, andamos até em casa, entramos e mamãe estava descendo as escadas.

- Bonito Sr. Justin, porque não tomaram café em casa?

- Porque eu precisava conversa em particular com esse campeão aqui - olhei para Jaxon que olhou pra mim e sorriu.

Minha mãe deu risada e foi pra cozinha seguimos ela, Bea estava conversando com meu pai e Jazzy estava comendo ovos com Baicon.

- Tia Bea - Jaxon disse soltando minha mão  e sentando no colo dela - comprei isso pra você e pra Jazzy.

Jaxon olhou pra mim e eu pisquei pra ele, joguei meu copo vazio fora e me sentei ao lado do meu pai.

- Eai Filho como anda sua empresa.? - disse meu pai.

- Está bem pai, tudo dentro dos conformes.

- Fico feliz com isso.

Dei um sorriso e meu telefone tocou - Licença - me levantei e fui pra área da piscina.


Ligação ON

- Alô?
- Justin?
- Sim, quem está falando? - não reconheci aquela voz.
- é o Chaz cara.
- Ah sim, fala ai Chaz.
- Hoje a tarde a sua casa já vai estar liberada
- Valeu cara, sábado se as coisas já tiverem arrumada direito aparece lá com os caras e leva as meninas também Bea vai estar lá.
- Vamos sim Justin.
- Então falo cara preciso desligar.
- Até mais.

Ligação OFF


Voltei para a cozinha, só tinha a empregada lá, fui para a sala e minha mãe estava conversando com a Tereza.

- Mãe cade o resto do pessoal?

- Seu pai foi dar uma voltar com Jazzy e Jaxon e Bea está lá em cima com a Milena.

- Atá, Tereza já pode arrumar suas coisas agente já vai lá pra casa. - ele levantou e subiu as escadas

- já meu filho? - minha mãe disse.

- Sim mãe, Chaz me ligo e disse que já podia ir pra lá.

- Tudo Bem.

- Mãe você pode pedir para os seguranças pegarem nossas malas e levarem para o carro.

- Peço sim filho.

- Obrigado mãe.

Dei um beijo na bochecha dela e subi as escadas fui no meu quarto e a Bea não estava lá, Fui pro quarto da Jazzy e ela estava lá fazendo a Milena dormi. Fiquei observando na parado na porta, uns minutinhos depois milena dormiu Bea colocou ela no berço e se virou pra porta, e quase deu um grito do susto quando meu viu, só que eu tampei a boca dela.

- Justin! ha dá próxima vez avisa. - ela disse com as mãos no coração.

- Não foi minha intenção te assustar, você que é dramática de mais - disse rindo.

- Não sou.

- Tá bom - Dei um beijo no rosto dela - por que você fez a milena dormi a essa hora?

- Ela estava com cólica e meio sonolenta, dai pra ela não ficar chorando fiz ela dormi.

- Há sim, então aproveitando que ela dormiu vamos ao shopping comprar as coisas pra colocar no quarto dela, por que hoje agente já vai para minha....quer dizer nossa casa.

- Justin eu posso comprar uma casa perto da sua, não quero te incom... - a interrompi

- Você já mais me incomodaria Bea, você vai morar comigo e ponto final.

- você é um anjo - me abraçou - Meu anjo.

- Seu anjo.

Ficamos um tempo abraçados ali mesmo, depois fomos ao quarto ela foi tomar um banho e eu só troquei de roupa já tinha tomado banho quando eu acordei só troquei de Tênis a roupa estava boa.
Bea saiu do banheiro já trocada e estava linda como sempre.



Poxa essa mulher me arranca suspiros.

Descemos as escadas, ela foi avisar pra minha mãe e eu fui tirar o carro da garagem, tirei o carro e logo vi Bea passando pela porta, abriu a porta do carona e sentou, colocou a bolsa no banco de trás  e eu parti com o carro em direção ao shopping.

- Posso ligar o radio? - ela perguntou.

- Aham. - disse olhando rapidamente pra ela.

Ela apertou o botão e estava tocando " With You " do Chris Brown, poxa justo essa musica não resistir e comecei a cantar.

- 'Cause if I got you, 
I don't need money,
 I don't need cars, 
Girl you're my all. - Olhei pra ela e ela tava sorrindo pra mim.

And oh, I'm into you and

Girl no one else would do
With every kiss and every hug
You make me fall in love
And now I know I can't be the only one
I bet there's hearts all over the world tonight
With the love of their life who feel
What I feel when I'm with you, with you, with you, - Cantamos juntos 

with you, with you... girl, With you, with you, with you, with you, with you... Oh girl - Cantei olhando pra ela que sorriu sem graça e bateu palmas.


- Ai meu Deus, tinha me esquecido de como você cantar bem Jus - ela disse sorrindo. 

- E não pense que você fica de fora, tá melhor do antes - ele me deu um tapa de leve no braço - Ai, malvada. 

- Besta. 

Entrei no estacionamento, e coloquei o carro perto do elevador pra ser mais pratico se troucemos alguma coisa. Ela pegou a bolsa dela e saímos do carro, peguei a mão dela e apertei o botão pra que o elevador desça, olhei pra ela que estava sorrindo.

- Que foi? Porque está sorrindo?

- Nada, só estou me lembrando de umas coisas. 

- Que tipo de coisas? - o elevador abriu e entramos.

- Nada de interessante - ela virou e ficou se olhando no espelho, fazendo careta - Justin tira uma foto comigo?

( obs: é no elevador, e imaginem o JB e a Demi :p )

O elevador abriu e saímos.

- Em que loja agente vai primeiro? - perguntei

- Que tal aquela ali? - apontou pra uma loja.

- Pode ser depois agente vai na quela ali - apontei pra outra.

- Uhum!!



Continua? 

Alguém vai viajar no natal? 
Eu vou, mais vou fazer o possível pra mim poder levar meu 
computador, dai vou postar um "Especial De Natal", 
só espero que de certo ;) 

Então é isso meninas, Beijos...

comentem pff *-*


Até a próxima. 

quarta-feira, 18 de dezembro de 2013

Remember Love - Jaxon

Capitulo 12



Beatrice P.O.V.

Acordei com a Jazzy me chamando.

- O que foi Jazzy? - disse ainda sonolenta.

- A mih acordo e tá chorando eu dei minha boneca pra ela mais ainda tá chorando - ela disse fazendo uma careta - e a mamãe foi no mercado porque ela não está no quarto. 

- Tudo bem eu já vou -ainda estava abraçada com o Justin sorri dei um beijo na bochecha dele e levantei, fui ao banheiro e escovei o dente, sabe eu nem lembro te ter colocado minhas coisas aqui. Voltei ao quarto e a Jazzy estava sentada na ponta da cama mexendo no Ipad do Justin - Vamos lá ver a mih Jazzy? 

- Ah sim, vamos - colocou o Ipad no criado mudo e me deu a mão, entramos no quarto dela, peguei a Milena no berço e olhei a frauda tava sequinha nem com coco e nem com xixi, não pode ser calor por que aqui está super frio então, peguei a mamadeira dela na bolsa e chamei a Jazzy. 

- Jazzy eu vou preparar a mamadeira da milena você vem comigo? 

- Sim, você me espera escovar os dentes? 

- Claro, vai lá. 

ela saiu correndo pro banheiro, escutei a água ser  ligada e logo foi fechada, ela saiu do banheiro
prendendo o cabelo me deu a mãe e descemos, assim que pisamos no ultimo degrau vi a Pattie entrando pela porta com sacolas nas mãos.

- Mamãe onde você estava?

- Eu fui comprar nosso café da manhã, por que está acordada a essa hora? - disse enquanto caminhávamos até a cozinha.

- A milena estava chorando ai ela me acordo, né tia Bea?

- É sim, Tia eu posso fazer a mamadeira da Mih aqui?

- Claro que pode, olha eu trouce esse leite pra ela - tirou um pode de dentro da sacola - quer que eu faça e depois você da pra ela?

- Não pode deixar eu faço, e pode fazer seu café da manha.

- Tudo bem.

Comecei a preparar,  coloquei um pouco de água na mamadeira e coloquei duas colheres de leite em pó que a tia Pattie compro, mexi e coloquei no microondas por 3 minutos, apito e eu tirei de lá e coloquei a tampa, chacoalhei e coloquei no dorso da mão para ver se a temperatura estava boa.

- Jazzy, filha - ela apareceu na porta da cozinha-  Vai Trocar de roupa e depois vem tomar café da manha.

- Tá bom eu vou -  ele olhou pra mim - Tia Bea vem comigo ?

- Vou sim jazzy pera ai - Peguei a mamadeira - Vamos.

 Ela subi na frente, essa menina está esperta e muito linda. Chegamos no quarto dela e eu sentei na poltrona que tinha lá e ela foi me mostrando algumas roupinhas e eu tinha que escolher enquanto dava mamadeira pra Milena. Eu escolhi uma roupa pra ela e ela escolheu pra milena.

enquanto eu estava colocando a roupa da e a jazzy me perguntou.

- Tia Bea você é a namorado o Justin? - opa, o que eu vou falar?

- Não jazzy, por que?

- È que quando eu estava jogando no celular dele ontem tinha uma foto de vocês dois lá, e hj de manha eu estava jogando no ... no, qual é o nome mesmo?

- Ipad?

- Isso mesmo, tinha uma foto sua  e dele e ele estava beijando sua bochecha, ele seu namorando? - ela fez uma carinha fofa, pra que pude-se contar pra ela mais poxa, ele não é meu namorado, o que eu faço?

- Não Jazzy, Bea não é minha namorada - Me assustei com aquela voz rouca. Olhei pra porta e ele estava encostado nos observando sorrindo, posso dizer que ele está sexy com aquela blusa xadrez, e aquela causa ... Esquisita mais charmosa.

- Ér vamos descer pra tomar café. - disse e peguei a mih no colo.

- Vão descendo vou chamar o Jaxon. - sorriu e me deu um beijo na bochecha e falou no meu ouvido - Bom Dia meu Amor.

Ah cara ele só pode estar brincando .. dei risada e sai do quarto.


Justin Bieber P.O.V.


Bem que eu gostaria de ser Namorado da Bea, mais tenho que esperar, ela está saindo de um casamento com um babaca que não sabe valorizar essa bela mulher.

Fui no quarto do jaxon e ele estava no banheiro escovando os dentes, sentei na cama dele. ele saiu do banheiro todo arrumado, com uma causa jeans e camisa manga comprida do Homem Aranha, o que já não é mais novidade passou sem olhar pra mim pegou uma jaqueta e foi em direção a porta do quarto.

- Hey Jaxon, Bom Dia - ele voltou parou na minha frente e disse

- Bom dia justin - e desceu as escadas

Cara o que esse menino tem, me levantei e fui atrás dele, ele ia pra cozinha mais eu peguei ele no colo e disse pra minha mãe.

- Mãe, vou até a cafeteria com o jaxon e já volto.

Sai de casa com ele ainda nos braços.

- Justin me coloca no chão eu sou homem e sei andar sozinho - vixi.

- Homem? você está parecendo uma mulher de TPM - ele fez uma cara de "Que porra é essa?" dei risada - uma mulher irritadinha.

- Eu não sou mulher, e eu acho melhor você voltar pra casa e ficar com sua filha e com a jazzy e me deixar em paz - Há saquei ele está com ciumes. Parei no semáforo e coloquei ele no chão.

- Vamos ao parque e depois passamos em uma cafeteria.

Ele não falou nada só me deu a mão, o semáforo abriu e a travesamos, andamos umas 2 quadras e logo chegamos no parque sentamos em um banco coloquei ele no meu colo e disse: Quero te perguntar uma coisa, mais quero que você fale a verdade - ele assentiu - você está triste porque na hora que eu cheguei lá no aeroporto eu dei mais atenção a jazzy?

Ele olhou pro chão e depois olhou pra mim - Não - olhei sério pra ele - Tá eu fiquei, é por que você nem me xama mais de campeão e nem de homem aranha, e você só vai dar atenção pra tia Bea e pra quela neném - ele fez uma carinha fofa.

- Não jaxon, quem disse isso pra você?

- Ninguém, eu sei.

- Não é verdade isso, você tem que intender que não é só você, tem a Jazzy e agora tem a Mih e ela é pequenininha e precisa de mais atenção, mais isso não quer dizer eu eu não te amo, poxa se é meu Brother - Disse fazendo um toque com ele - Meu parceiro de vídeo game, nunca eu vou deixar de te amar, entendeu? - ele assentiu - então dá um abraço no seu irmão aqui - ele sorriu e me abraçou.

- Eu te amo Justin.

- eu também te amo campeão - dei um beijo no topo da cabeça dele e levantei - vamos apostar uma corrida até a saída do parque?

- demorou - amarou o cardaço.

- No três em, Um .. Dois .. Três - saiu correndo na frente - Ei pera ai não vale - corri atrás dele e peguei ele no colo, quando estava chegando na saída coloquei ele no chão, ele saiu correndo e chegou lá primeiro.

- Há Justin você é um fracote, cheguei primeiro hahaha - deu risada de mim.

- Vou te pegar moleque.- peguei ele e comecei a fazer cocegas



Continua? 


Desculpa meninas por esse capitulo, mais fiquei sem criatividade :(

prometo que recompenso vocês no próximo :D

Preciso da opinião de vocês ...

Querem que o Justin já fique com a Bea, tipo rápido ou mais meloso? 

:) Beijos minhas lindas, Seja Bem - Vindo os novos leitores... 


Não deixa de comentar, Até a próxima ;)

segunda-feira, 16 de dezembro de 2013

Remember Love - Porque ele me traiu?

Capitulo 11




Pegamos nossas malas e fomos ao encontro de Pattie. Passamos por aquela entrada e logo vimos Jazzy e Jaxon correndo em volta da Pattie que estava com o telefone no ouvido.

- Ei vocês  pequenos - Disse o Justin quando nós nos aproximamos.

- JUSTIN - disse Jazzy e Jaxon juntos e sairão correndo agarrando o pescoço do Justin.

- Bea, meu deus do céu como você está linda - disse Pattie chegando mais perto e me dando um abraço não tão forte por que eu estava com milena no colo -  e essa coisinha fofa aqui - disse pegando a milena no colo, que por sinal já estava acordada.

- Não é linda tia? - disse ajeitando a tiara dela.

- é sim, a coisa mais linda, né mih - ela de uma gargalhada e colocou a mão no nariz da tia Pattie.


Justin Bieber P. O. V.


- Meus pequenos - disse abraçando Jazzy e Jaxon.

- BooBo, eu estava com saudade de você - disse jazzy me fitando.

- Eu também estava princesa - disse fazendo carinho na bochecha dela - posso te contar uma coisa - ela assentiu e eu me aproximei do ouvido dela - Eu e a tia Bea vamos morar aqui perto de vocês.

Ela arregalou os olhos e colocou a mão na boca - você está falando sério? - assenti sorrindo - Ai você é o melhor irmão do mundo - disse pendurada no meu pescoço.

Percebi que o Jaxon me olhou e saiu andando indo abraçar a Bea, levantei com a Jazzy no meu colo e foi falar com minha mãe.

- Mãe, eu estava com saudades de você - disse colocando a Jazzy no chão e indo abraçar minha mãe.

- Oh Meu filho, eu também estava sentindo sua falta.

- Mãe, preciso conversa com a senhora.

- Assunto serio? -  assenti - Ok, quando chagarmos provavelmente as  crianças iram chamar a bea pra ver o quarto novo de brinquedos que eles mesmo fizeram ai enquanto preparo o quarto de vocês agente conversa ok?

- Ok, é mãe a bea trouxe a cozinheira dela - olhei pra Tereza e a chamei - Essa é a Tereza, ela só não é melhor que você, porque você é minha mãe.

Minha mãe deu risada - Muito prazer sou Pattie mãe do Justin.

- O prazer é meu Senhora. Pattie.

- Sem Senhora, por favor... - Ela começaram a conversa aquele assunto chato de mulher.

Olhei para o lado e vi Bea com a mih  no colo e a jazzy e o jaxon ao seu lado fazendo carinho na mih. me aproximei deles.

-  Ei, meu amor - Bea me olhou - vamos pra casa, afina ainda estamos no aeroporto.

- Sim vamos - ela levantou com um pouco de dificuldade pois a milena está ficando pesadinha.

- Deixa eu pegar ela. - Bea me entregou milena, e pegou nas mãozinha da jazzy e do jaxon. - Mãe o pai trouxe meu carro?

- Sim, ele só não ficou porque ele estava muito cansado, quase dormindo em pé então achei melhor ele ir para casa.

- Assim tudo bem, você pode me dar as chaves? -  ele me entregou as chaves fomos em direção ao estacionamento - Jaxon quer ir com agente ou com a mamãe?

- Com você. ele disse.

A Bea entrou no carro e sentou no banco de trás pra poder ficar com a milena no colo já que ainda não tinha a cadeirinha. coloquei  mih no colo dela e fechei a porta, abri a do outro lado e jaxon e jazzy entraram fechei a porta e abri o porta malas coloquei todas as malas e fechei  e entrei no carro, Estava uma noite fria coisa normal do Canadá.

Logo chegamos em casa, agente ia ficar na casa da minha mãe esta noite, e amanha iremos pra casa.

Jaxon estava dormindo então peguei ele no colo, pedi para o segurança levar nossas malas para dentro de casa.

Bea veio com mih no colo e jazzy de mãos dadas, subi as escadas e coloquei o jaxon na cama dele dei um beijinho e fechei a porta, vi a bea passando no correndo de mãos dadas com a jazzy e milena já não estava mais no colo.

- Ei onde vão.

- Jazzy vai me mostrar o  novo quarto de brinquedos que ela e o jaxon decorarão.

- Okay, vou arrumar nosso quarto e depois vou lá, cada a Milena?

- está com a Tereza lá em baixo.

Assenti e desci as escadas, foi a cozinha e Minha mãe estava preparando chocolate quente e Tereza estava com mih no colo.

- Vem Tereza vou te mostrar teu quarto. - Ele olhou pra mim e me seguiu - traga as coisas dela - disse ao segurança que estava com as malas de Tereza nas mãos, subimos as escadas e fomos ao quarto de hospedes, o segurança colocou as coisas dela e saiu do quarto, Peguei a Mih de seu colo e disse:

- Pode arrumar suas coisas, Aquela porta ali é a do banheiro e aquela ali é seu closet, mais não coloca suas roupas lá porque amanha já vamos para minha casa - Ela assentiu e sai do quarto com milena nos braços.

Fui para meu quarto e minha mãe estava trocando os lençóis  da cama.

- Então mãe, eu precisava falar com a senhora.

- Então fala meu filho antes que entre alguém no quarto.

- Eu to apaixonado - disse fitando a milena.

- Serio? - assenti - por quem?

- Pela Bea de novo.

- Ai meu Deus que coisa boa meu filho, você sabe que eu sempre apoiei vocês dois mais por culpa do destino os dois tomara caminhos diferentes, os dois casaram  e foram morar em lugares diferentes, e parece que o destino quer ver vocês juntos outra vez, olha ela agora está "solteira" ainda está em processo de divorcio, mais ela está livre meu filho e você também, eu vou ficar tão feliz se vocês ficarem juntos meu filho - Veio pra perto de mim e beijou o topo da minha cabeça - e olha, você ainda vai ganhar essa coisa linda aqui - pegou a milena no colo -  filho você realmente quer ela?

- Claro que eu quero mãe, parece que a paixão de adolescente voltou mais forte ainda.

- Então conquite ela, ela com certeza está frágil por causa do pedro, afinal você sabe porque o pedro a traiu.

- Aham, eu sei o porque.

- Sabe? - Beatrice entrou no quarto com a jazzy no colo, Droga não era pra ela escutar - em Justin você sabia e não me contou por que?

- Er Vem jazzy, vamos arrumar sua cama - Disse minha mãe pegando a jazzy do colo da bea e depois saiu do quarto com milena no colo.

- Então Justin porque não me disse que sabia?

- Desculpa Bea, me desculpa mesmo eu queria te contar mais o pedro não deixou, ele dizia pra mim que ia te contar mais nunca contava.

- E porque ele me traiu?

- Ah, ele se drogava Bea -  ela arregalou os olhos e parecia que ia desmaiar então coloquei ela sentada na cama - posso continuar? - ela assentiu - ele me contou que chegou um dia que fumou tanto e já não estava mais sóbrio, disse que não era ele naquele corpo, ai ele conheceu uma prostitua e acabou dormindo com ela, não só uma vez varias vezes, só que ele não sabia que essa prostituta tinha dono e que o dono é o maior traficante da Califórnia - ela derramou uma lagrima, sentei do lado dela e abracei de lado - ele está devendo muito dinheiro a ele e por isso andava muito nervoso, ele está sendo jurado de morte, por isso não mediu esforço pra que você não o deixa-se, talvez se você fica-se  e o Pedro não consegui-se a grana o Jensen poderia matar você também.

- Eu quero matar o pedro - ela me olhou com os olhos cheio de lagrimas - posso te abraçar?

- Claro que pode meu amor, vem deita aqui vou fazer você dormi - me deitei e ela dormiu por em cima do meu peito, fiquei fazendo carinho no cabelo dela e logo ela dormiu, como não tinha perguntado se poderia dormi com ela sai da cama tentando ao máximo não acorda-lá oque foi quase impossível, mais assim que ia sai do quarto ela me chama.

- Justin - me virei e a fitei - onde você vai?

- Vou para o outro quarto.

- Posso te pedir uma coisa?

- Claro meu amor.

- Dorme comigo, não quero ficar sozinha.

Dei um sorriso de orelha a orelha só rapidamente diminuir.  - quer que eu durma com você?
- Aham - ela disse abrindo um espaço para que eu pude-se me deitar na ponta, fui em sua direção e tirei o casaco coloquei mais um travesseiro e deitei ao seu lado - onde a milena vai dormi?

- Provavelmente minha mãe colocou ela no antigo berço do jaxon no quarto da jazzy.

Ela assentiu e deitou com a cabeça no meu peito, abracei a cintura dela e logo dormi.




Continua? 

gostaria de opiniões de vocês e não um simples continua .. 

Beijos *-----*


Até a próxima.  

quarta-feira, 11 de dezembro de 2013

Remember Love - Olá Canadá!


Capitulo 10 





Estava tomando café e estava um silencio total.

- Bea - disse o Justin quebrando o silencio.


- OI - olhei pra ele.


- O que você acha da gente viajar, pra você esquecer o que aconteceu - pensei um pouco, era um boa ideia precisava relaxar meus pensamentos - Vem vamos para o Canadá para perto da minha mãe eu tenho uma casa lá


- mais eu não quero te incomodar Jus.. - fui interrompida.


- Beatrice você já mais irá me incomodar. - sorriu


- então tudo bem .. eu vou com você para o Canadá - Disse

Ele levantou e beijou minha testa me abraçou - Vou agendar pra hoje a noite nossas passagens - piscou pra mim e eu dei um beijo na bochecha dele - Tereza você pode mandar os empregados arrumar nossas coisas pra viajar.


- Claro Senhor Justin 


- Nada de senhor mulher - ela riu -  há e arruma a suas também, você vai com agente, mais claro se você quiser.


- claro que eu vou Senh... Justin - ele riu - sem esse emprego eu não tenho mais nada pra fazer, sem a Bea - ela me olhou, me levantei e fui até ela e abracei- Bea é quase uma filha pra mim.


- Anw Tereza e você já é minha mãe - Dei um beijo no rosto dela - vai lá pede pro restos dos empregados arrumar minhas roupas e você arrumar as suas - ela piscou pra mim e subi o.


Justin ficou olhando pra mim sorrindo, ultimamente ele está tão lindo... Ele se aproximou de mim e me abraçou pela cintura nosso rostos estavam tão perto um do outro que eu conseguia sentir a respiração dele no meu nariz, eu podia jurar que nós íamos nos beijar .. se não fosse o celular dele tocando bem agora :\


Justin resmungou alguma coisa mais atendeu ainda me abraçando pela cintura,

     " Oi mãe "  " eu já ia te ligar "  " Sim ela aceitou "  " Sim - ele me olhou - Está espera ai "

 - Minha mãe quer falar com você - esticou om celular, peguei da mão dele e coloquei na orelha.

- Oi Tia Pattie

- Oh Beatrice que saudade de você.
- Eu também estava com saudades de você tia 
- Mais me conta, como você está? fiquei sabendo da Milena.
- Psé minha neném é a coisa mais linda.
- Deve ser mesmo, E você vem mesmo né?
- Vou sim Tia, preciso relaxar, respirar um novo ar, e ficar perto das pessoas que me amam de verdade - Justin me abraçou mais forte.
- Estamos te esperando meu amor, a Jazzy  já está grandona e o Jaxon também, eles vão adorar ver você de novo.
- Há sim, estou com saudades deles também.
- Eles iram amar, minha flor, vou ao super mercado já que você chegam amanha de manhã, e provavelmente assim que chegar iram dormi então irei preparar um super Almoço.
- Ah Tia nem precisa
- Claro que precisa, minha bonequinha está de volta.
- Anww Tia.
- Beijos Minha flor tenho que ir.
- Beijos Tia.

Desliguei e olhei para o Justin que estava com a cabeça encostada na curva do meu pescoço me fazendo sem querer me arrepiar.


- Jus, tia Pattie disse que irá preparar um super almoço pra gente amanha.


- é ela está mais exagerada do que antes, acho melhor você ir se acostumando. 


Rimos, de repente ele foi parando e começou a olhar diretamente no fundo dos meus olhos, é uma sensação estranha, ele colocou o polegar na minha bochecha e ficou acariciando chegando mais perto, uma hora ele olhava fixamente nos meus olhos e as vezes olhava minha boca até eu sentir lábios macios me tocando, foi um choque o contato da nossas bocas, eu não sabia o que estava fazendo simplesmente ele pediu passagem com sua língua eu eu cedi rapidamente era como sentir ser completada, o Beijo dele está diferente mais calma, leve e doce, o do Pedro é mais pesado, um pouco mais babado .. mais isso não é hora de pensar em Pedro, em um movimento rápido levei minhas mão até a nuca dele, bagunçando levemente o cabelo.

O Beijo foi cortado pela falta de ar, ele foi parando com selinhos demorados e levemente abrimos os olhos. Eu queria falar alguma coisa, mais não saia nada.

- Eu estava sentindo muito sua falta - disse ele rosando nossos lábios e me olhou nos olhos - me desculpa.
- shii - coloquei o dedo na boca dele - eu estava com saudade de você.

Eu juro que não sei por que eu disse isso. Ele me sorriu e me deu um beijo no canto da boca - Vou comprar as passagens - virou e saiu da cozinha e me deixou lá, parada sorrindo feito uma boba.

 Eu realmente estava com saudades do Justin, ele é meu anjo, se alguma dia eu ficar doente vai ser ele que vai me curar, eu não sei o que vai ser daqui pra frente, mais não é só por que foi traída que vou ficar triste, eu preciso valorizar quem me ama de verdade, quem  quer me ver sorrindo e nunca chorando .. Será que o Destino resolveu bater na minha porta? 

  Porque na mesma semana que o Justin chegou meu relacionamento com o Pedro estava uma merda, e o mais engraçado é que o Justin chegou aqui justamente por que ele foi traído .. conhecidência não? Será que isso é pra gente ficar junto? 

- Beatrice - Tereza gritou me fazendo desperta dos meus pensamentos.

- OI - disse confusa. 

- Você está bem?

- Sim, porque não estaria? 

- estou te chamando aqui faz tempo e você ai sorrindo olhando pro nada.

- há me desculpa eu estava pensando numas coisas aqui, mais o que a senhora queria?

- Sua filha acabou de acorda. 

- Há sim, vou i burca-lá prepara uma mamadeira pra ela.

Subi as escadas e fui ao quarta da Milena e quem estava lá.

- Justin você está roubando minha filha de mim - disse com os braços 

- Eu não, não tenho culpa se eu sou mais rápido que você - ele deu risada -Vai leva ela pra tomar banho - ele me entregou a Mih e foi em direção a porta do quarto

- Pra onde você acha que vai?

- Ué, para meu quarto.

- Pode escolher uma roupinha pra ela Sr. Bieber

- Ok Sr. Makil - Piscou pra mim e foi em direção ao guarda roupa da Milena 

Dei risada e fui para o Banheiro, coloquei a mih no trocador e tirei a roupinha dela, liguei o chuveiro e enchi a banheira, peguei a bebe a dei banho nela.

- JUSTIN - gritei.

- OI - disse ele sem camisa aparecendo na porta.

- err... pe.. - olhei pra milena - Pega a toalha da milena por favor?

- Toma. - me entregou a toalha.

- obrigada.

- A roupa dela esta em cima da cama - saiu do banheiro.

Sequei a milena e levei para o quarto, e coloquei a roupa que o Justin separou, que pra falar a verdade estava linda, passei perfume e desci as escadas.

- Tereza? - disse entrando na cozinha.

- Oi bea - disse entrando pela porta da lavanderia.

- Preparou a mamadeira dela?

- Sim - pegou na pi   a - quer que eu dou a mamadeira pra ela?

- Não pode deixar eu dou - disse e peguei a mamadeira e fui pra sala onde estava o Justin mexendo no notebook provavelmente comprando as passagens, sentei ao lado dele e ele me olhou.

- já comprei as passagens para agora de tarde 15:00 - passou os braços em volta do meu pescoço e sorriu.

- Nossa acho que muito em cima da hora?

- O quanto mais rápido melhor, e eu já falei com a Lilly, desculpa por ser rápido, mais eu coloquei ela como a sua sócia aqui na Califórnia, então você pode trabalhar lá no Canadá sossegada em casa, só pelo computador e mandar as plantas por fax, o que eu acho mais seguro. - sorriu

- Cara você é um gênio - dei um beijo no canto da boca dele, foi sem querer não me culpe.

- eu não - ele disse rindo.

Dei risada e coloquei a mamadeira na boca da milena, e fiquei assistindo Tevê.

(...) 15:00 Califórnia - Calabassas - Aeroporto


" Chamada para o voo 1419 com destino ao Canadá, embarque pelo portão 3"

- Vamos esse é o nosso - disse o Justin levantando e pegando a bolsa da Milena que estava brincando com meu colar no meu colo. 

- Vamos - sorri e olhei pra Tereza que sorriu pra mim e pegou a bolsa dela.

Fomos em direção ao portão, apresentamos nossos passaportes e andamos em direção ao avião. Eu e o Justin ficamos na 1° classe, não sei por que Tereza não quis ficar com agente. 

Sentamos nas poltronas. (obs: não tem divisória)

- Me da ela aqui - pegou a milena - e você pode dormi vai demorar pra chegar então acho melhor você descaçar. 

- Tá bom, Justin você falou pra sua mãe que o voo vai ser mais sedo?

- Falei sim, pode encostar no meu ombro.

- uhumm - disse e coloquei minha cabeça no ombro dele.


(...)


- Bea acorda - disse o Justin passando a mão no meu rosto abri os olhos com dificuldade aquela Luisinhas estava bem na minha cara então o Justin desligou - acorda por que a aeromoça já vai passar servindo o jantar.

- Ok, já esta chegando?

- Sim só vai servi o jantar e uns 00:30 minutos já estamos pousando.

-há, me dá ela aqui pra você poder comer.

- tudo bem, é quando você terminar de comer tem que colocar uma blusinha mais quente na Mih por que no Canadá está frio.

- Há sim, vou colocar nela e em mim, por falar nisso ela sujou a frauda? - disse olhando pra Milena que estava com uma roupa diferente.

- Sim mais como você estava dormindo a aeromoça trocou ela e eu coloquei outra roupa.

- Justin, por que não me acordo, credo to me sentindo incapaz de ser mãe - fiz um bico.

- Não bea não fala isso você é uma mãe maravilhosa - continuei com bico - ei .. bea .. olha aqui - me virei - tira esse bico - continuei - a é então tá - ele me selou de leve mais ele ia aprofundar o beijo se não fosse a bendita da aeromoça tossindo falso.

- Desculpa, só vim trazer o cardápio.

- Não tudo bem - eu disse tentando não ficar vermelha.

A aeromoça saiu e eu fui escolher minha comida, pedi strogonoff de carne e pra mih uma sopa de legumes.

- O que você pediu? - disse o Justin

- Um strogonoff de carne e uma sopa pra mih. - disse entregando o cardápio para a aeromoça.

- E pra mim um espaguete - disse também entregando o cardápio

- O que querem pra beber? - disse a aeromoça estraga prazeres.

- Suco de laranja, por favor. - disse ajeitando a mih no meu colo e escutei o Justin dizer um "pra mim também". Fiquei mexendo no Ipad enquanto a comida não vinha.

Logo a comida chegou, Milena enfiou umas três vezes a mãe no meu prato, mais logo outra aeromoça veio e tirou meu prato e eu comecei a dar a sopa pra ela que por ser  a primeira vez que ela come parece ter gostado.


Alguns minutos depois (...)


" Senhores passageiros, apertem os cintos de segurança que o voo 1419 pousará em 5...4...3...2...1, Obrigado por escolhe nossa compania área para a sua viagem"

Justin sorriu pra mim e levantou pegou a minha bolsa e a da milena, enquanto eu carregava esse chumbinho dorminhoco nos braços.

Assim que passamos pela porta do avião, pude sentir o ar gelado do Canadá, na escada mesmo entreguei a Milena a Tereza que vinha logo atrás e coloquei meu casaco, coloquei o da mih e esperei a Tereza colocar o Dela. Desci degrau por degrau cuidadosamente. Assim que eu termino de pisar no ultimo degrau, respirei fundo e disse.

- Olá Canadá - sorri e olhei para o Justin que estava parando me fitando sorrindo.




Continua? 
Sugestão para o próximo?

Esse foi big em... 

Se gostou deixa um cometário abaixo deixando sua opinião sobre esse post :) 
Não deixem de comentar.

1160 visualização O.O NOSSA obrigado 
por ler meu blog, isso me motiva muito a escrever cada vez mais... 

Beijos *---* 

Até a próxima  

sábado, 7 de dezembro de 2013

Remember Love - Acho Mellhor Você Sumir !

Capitulo 9




Cheguei em casa e subi correndo para o quarto, Justin ficou sem intender, fiquei trancada lá até 02:00 da manha, ele já veio aqui umas mil vezes mais eu não quero falar com ninguém. E nossa eu sou uma ótima mãe, coitado do Justin, eu estava acordada olhando para o teto quando escuto o Justin batendo na porta.

- Bea abre aqui pra mim por favor... a Mih já está dormindo -  me levantei - vem comer, eu sei que você está com fome... vem eu preparei minha macarronada - destranquei a porta e ele abriu - isso vem comer.
- só vou porque estou com fome e não recusaria sua macarronada - ele riu e me deu um  beijo na bochecha.

Descemos e ele colocou macarrão no meu prato colocou em cima da mesa.

- Senta ai - me sentei ele aproximou o prato - agora come tudo.

- estou parecendo um bebe - fiz cara de tédio e ele deu risada.

- não tá não, vai come depois você toma banho e dorme, já está tarde e amanha você me conta o que aconteceu. - e foi em direção a porta pra sai da cozinha

- Justin - ele virou - Obrigado - sorri.

- De nada, agora come vai ficar frio. - saiu da cozinha.

Justin sempre cuidou de mim quando eramos pequenos, sempre fomos melhores amigos, dai teve um tempo que namoramos, mais preferíamos terminar pra no caso se agente brigar feio não estragar nossa amizade, dai ele se mudou pra Londres onde ele conheceu a Jenny e eu conheci a Pedro, Pedro era um homem elegante bonito, inteligente, simpático, e companheiro, eu sempre fui apaixonada pelo Justin só depois que ele foi pra Londres e ficou noivo da jenny, eu percebi que ele é só meu melhor amigo, dai eu comecei a namorar o Pedro e logo depois me casei...

Terminei de comer e subi para meu quarto precisava tomar um banho, escolhi uma roupa e coloquei na cama entrei no banheiro e me despi, entrei debaixo do chuveiro e relaxei precisava de um banho, logo terminei coloquei uma roupa e fui no quarto da Milena, ela estava dormindo, estava calor e ela estava um pouco soadinha então eu aumentei o volume do ar-condicionado e sai do quarto.
 Fui para meu quarto coloquei a cabeça no travesseiro e pensei no que aconteceu: O Pedro me traiu... eu ainda nem estou acreditando, ele sempre foi meu amor, como ele pode me trai, o que eu fiz de errado?
eu já estava chorando, fiquei  virando de um lado para outro me levantei prendi o cabelo sequei umas lagrimas e sai do quarto.


Justin Bieber P.O.V.

Bea, Bea, Bea, o que será que aconteceu com ela, cara eu juro que vou acabar com o Pedro, se eu soubesse que ele ia fazer ela sofrer tanto...

já estava quase dormindo quando escuto batidas na porta, me levantei e abri.

- Posso dormi com você? - ela disse tímida, ela estava com uma baby doll curto pois estava muito calor e estava com um rabo de cavalo.

- Você sabe que pode - fui em direção a cama deitei e ela deitou do meu lado, virei pra ela ele ela estava olhando pro teto, puxei ela pra ficar mais perto acariciei o rosto dela e dei um beijo na bochecha dela e ela sorriu - quer me contar o que aconteceu?

Ela ficou quieta olhei pra ela e escorreu uma lagrima

- Desculpa - ela secou a lagrima.

- Não precisa, seja o que for coloca pra fora se ficar guardando só pra você vai ser pior.

- okay - ele respirou - O pedro...me...me traiu

- O QUE? - eu não podia falar que já sabia ela vai odiar a mim também - mais você tem certeza?

- Claro que eu tenho - secou as lagrimas - hoje quando você estava com a Milena no playground e eu estava lá em cima desenhando o sua casa, eu já tinha terminado e ia descendo no elevador ai quando a porta abriu eu vi ele bei...jando uma loira que parecia mais um traveco, ele estava usando a camisa que eu dei pra ele de aniversário, e sabe quando a porta do elevador abriu eles continuaram só foi parar pq eu chamei ele.
- não fica triste meu amor,amanha eu vou falar com ele.
- tudo bem e diz pra ele nunca mais me procurar. - assenti.
- tudo bem eu falo, agora vem cá me abraça e dorme já está muito tarde. - ela fez sim com a cabeça e me abraçou mais forte, fiquei fazendo carinho no cabelo dela cantando bem baixinho.

Depois de uma tempo ela parou de fungar no meu pescoço, deduzi que ela já estaria dormindo continuei fazendo carinho nela e logo em seguida dormi.

 Acordei com meu celular tocando.

 LIGAÇÃO ON

- Alô?
 - Justin te acordei?
- sim.
- Foi mal cara, é que eu preciso pegar minhas roupas ai na casa da Beatrice - era pedro.
- Pedro cara, quer um conselho?
- fala ae...
- Some, nunca mais aparece, eu já mandei todas as empregas queimar tudo que é seu a pedido da Bea, eu vou levar ela embora, se eu soubesse que você ia fazer ela sofrer nunca tinha ido pra Londres, eu avisei pra você parar, você disse que ia ver e olha só o que aconteceu a Bea descobriu, a unica coisa que eu posso falar agora é pra você sumir.
- Eu não sabia que o seu apartamento era no mesmo de o da barbará, como eu ia adivinhar?
- cara cala boca por que nem era pra você sair com essa mulher. - Desliguei irritado.


Cara louco, olhei no relógio e já era 11:00 da manhã, Beatrice ainda estava dormindo dei um beijo no rosto dela e fui tomar banho...

Estava tomando café quando escuto um choro.


    Beatrice P.O.V


Acordei com o choro da Milena, estava no quarto do Justin coloquei o roupão dele e fui no quarto da Mih. Ela estava acordada com os olhos bem arregalados, sorri e peguei ela no colo.
   
- pensei que você ainda estivesse dormindo - disse Justin entrando no quarto.

- Eu também, mais essa escandalosa me acordou - ele riu e pegou a Mih do meu colo.

- Vai lá se trocar e depois tomar o café - assenti e fui sair do quarto - EI! - me virei - não está esquecendo do meu Beijo? - Sorri e dei um beijo na bochecha dele.

Fui para o Quarto e me troquei, Coloquei um roupa simples, Desci e o Jus estava tomando café e a Tereza estala dando mamadeira a ela, sorri e me sentei ao lado do Jus.




 Continuna *---*


Arrumei meu blog, já consigo digitar direto.

E>  Beijos <3 


  

domingo, 1 de dezembro de 2013

Remember Love - Desculpa

 Capitulo 8 




- Justin? o que você está fazendo aqui? - disse ele assustado
- Oi pra você também, e eu te falei que viria, não disse o dia  mais eu avisei - disse ainda em pé.
- Desculpa a e irmão, eu estou cansado, trabalhei muito hoje - disse indo em direção a escada - falo Boa Noite
- Pedro, chega a e.
- Não Justin eu vou subir a Bea está me esperando.
- ela não está te esperando já são - olhei meu relógio - 11:55 da noite e ele já foi dormi - Sentei no sofá -Vamos sente ali na frente quero falar com você.

Ele veio e sentou ele estava com os olhos vermelhos parecia ter se drogado mais não estava violento.

- Cara onde você estava?
- Eu... não posso falar.
- Pô eu sou seu amigo, a Beatrice estava preocupada com você, você é marido dela é sua obrigação dar satisfação a ela como você quer que ela confie em você, sendo que você está fazendo de tudo pra ela desconfia, ela é fraca você mesmo sabe.
- Justin se eu te contar tenho certeza que você vai falar pra ela.
- Não eu não, você mesmo vai contar na hora que tiver pronto.
- Tá - ele olho pra baixo e começou - não me pergunte porque mais no meio desce ano eu comecei a usar drogas, sei lá stress do trabalho, varias coisa, eu não sei o porque mais eu comecei - respirou - er... e um certo dia eu já estava doidão, eu não estava mais sóbrio já não era mais eu naquele corpo, eu trai a Bea, eu só me lembro de ter visto um mulher na rua que chamava muita atenção por estar usando roupas extremamente curtas e como eu já não estava mais em mim acabei levando ele para um motel - me olhou - ai se já sabe o que aconteceu, só cara essa mulher é loca, ele é uma prostituta e eu não paguei a ela porque eu não me lembrava de nada, só quem é o dono dela é o Jensen Paker e... - arregalei os olhos e o interrompi
- O QUE? CARA VOCÊ FICOU LOUCO? QUAL É O SEU PROBLEMA? - disse indignado.
- Cala boca imbecil a Beatrice vai acordar.
-  não vai me dizer que você está devendo dinheiro a ele? 
- er... to sim
- voce já sabe né? se fudeu e eu não vou te ajudar com certeza essa sua divida não deve ser carata - levantei - mais onde você estava até essa hora? 
- er...sabe... eu estavacomaprostituta - disse tudo rápido.
- o que?  fala direito porra.
- eu estava com a prostituta
- Olhei pra ele dignado - espera, com a prostituta? - ele assentiu - Como? você tem tudo, tem a Beatrice, Tem um emprego foda, agora tem a pequena Milena, e ainda se droga? trai a Bea?
- Desculpa tá legal, eu não sei porque estou fazendo isso, eu to confuso, e a Bea eu sou burro ela me da amor e eu não sei aproveitar, eu não estou conseguindo amar ela de volta na mesma intercidades de antes.
- cara você tirou ela de mim pra chegar agora e dizer que não ama ela na mesma intercidades de antes? - olhei pro chão - serio eu não sei o que você está fazendo com ela, eu vejo nos olhos dela ela se destruindo, e olha eu cheguei hoje e já senti isso. - respirei - Cara eu vou dormi, pensa no que você vai fazer ai. 

Disse e subi as escadas.entrei no quarto e deitei na cama, fiquei pensando em como o Pedro pode ser idiota ele tiro ela de mim lá naquela época pra chegar e dizer que não a ama mais.? FDP


Fiquei tentando bolar um jeito de levar a Bea comigo onde ela vai estar protegida, se o Pedro não pagar essa divida vai acabar sobrando pra Bea, eles podem fazer alguma coisa com ela e com a Milena também, preciso levar elas pra longe.



Beatrice P. O.V.



acordei de manha com uma dor de cabeça insuportável, porque? não sei... Estiquei meus braços e senti que tinha alguém do meu lado, olhei e era o Pedro, ele estava sem camisa e virado pro outro lado, faz tempo que eu acordo com alguém do meu lado, olhei para o relógio e marcava 9:00 horas da manha, tomei coragem e levantei, fui até a janela que da para área de lazer e fiquei olhando o tempo, estava nublado e uma garoa fina, perfeito para ficar em casa assistindo um filminho.


- Amor, tá frio vem deita aqui - disse Pedro com a voz rouca de sono, me viro e ele estava esparramado na cama olhando pra mim - vem deita mais um pouquinho comigo, ainda está cedo.


Não falei nada e deitei ao lado dele, senti braços na minha cintura e ele me puxar pra ficar de conchinha. Eu já estava dormindo quando ele sussurrou no meu ouvido " te amo meu amor " . 


- Bea Levanta - Acordei com alguém me chamando.

- Não, deixa eu dormi mais um pouquinho - disse me cobrindo, só senti um travesseiro na minha cabeça - Ai! tá tá já estou acorda - disse me levantando e olhando pra porta onde estava Justin com Milena no colo, ele estava com um sorriso lindo - idiota, o que você está fazendo com minha filha no colo? 
- Cuidando dela sabe, por que uma certa pessoa dormiu até 12:00 e esqueceu que tem uma filha. - disse ele irônico. 
Dei risada - Tudo bem eu vou tomar banho depois eu desço, ela já comeu? - ele assentiu - tudo bem, prepara um café bem gostoso pra mim - dei um beijo na testa da Mih e beijei o rosto do Jus que saiu do quarto rindo.

tomei um banho, coloquei uma Roupa simples e desci, Justin estava sentado no sofá com a Mih no colo, fui direto para a cozinha, tomei um café e um pedaço de pão, fui a sala e o Justin estava conversando com a milena.

- Legal agora perdi minha filha pra você
- Que nada boba, eu estava conversando com ela não é Mih, diz assim - colocou ela em pé no colo e esticou os bracinhos - mamãe me da um abaço - disse com voz de bebe o que me fez gargalhar.
- Vem cá meu amor - peguei ela no colo e fiquei fazendo cosquinhas e gracinhas pra ela rir a coisa mais fofa do mundo.

Ficamos assim até umas três horas da tarde, brincando com a Milena e assistindo filmes. Agora agente está dentro do carro indo ao apartamento do Justin, poque ele quer que eu faça a decoração da casa dele, pode uma coisa dessa?


Enquanto eu desenhava os cômodos do apartamento do Jus ele brincava com a Milena no playground,eu disse pra ele que ela era só um bebe mais ele não quis me ouvir, já era umas 8Hs quando eu acabei de desenha, desligues as luzes e fechei o apartamento, e fui para o elevador, quando aporta abriu pra mim entrar, vi uma coisa que não me agradou, não mesmo, eu já estava com os olhos marejados um nó estava na garganta e o pior assim que a porta do elevador abriu fez um barulho e mesmo assim eles não pararam, não sei de onde eu criei forças.



- pedro? 



ele virou e ficou pálido, a boca dele estava borada de batom, a camiseta que eu tinha dado de presente de aniversário estava amaçada, e a loira que estava com ele me olhava assustada.


- Beatrice? o que você está fazendo? aqui? - ele disse assustado e gaguejando eu ia se aproximar de mim se a porta não tivesse fechado bem na hora. Graças a Deus. tenho certeza que quando o elevador chegar no tério (ñ sei se assim que escreve) ele vai subir correndo de escada. foi dito e feito assim que a porta do elevador abriu  a porta da escada também eu tentei eu juro que tentei mais ele foi rápido e conseguiu entrar, eu já estava me afogando nas minhas próprias lagrimas.



- Amor me deixa explicar? - disse chegando perto de mim e me encostando na parede no elevador, empurrei ele e disse.

- NÃO CHEGA PERTO DE MIM, EU TENHO NOJO DE VOCÊ, COMO VOCÊ PODE PEDRO? - andei para o outro lado do elevador e soquei a parede - ABRE ESSA LOGO ESSA PORRA... ARGH!
- Bea deixa eu me explicar por favor, eu juro não vai demorar - a porta do elevador abriu e eu sai, senti ser puxada - deixa eu falar por favor. - ele estava com lagrimas nos olhos - me desculpa por favor eu juro que...


Não deixei ele termina essas baboseiras já escutei muitas vezes. 


Do nosso lado tinha uma mesinha com um vaso em cima e um espelho na parede, Peguei o vaso e joguei no chão ele olhou com uma cara de confuso.


- Pede desculpa - eu disse

- hãn? mais foi você que jogou - disse confuso
- ANDA PORRA PEDE DESCULPA - disse já irritada.
- Desculpa.
- Olhei para o chão e olhei pra ele de novo - Resolveu alguma coisa? 
- N-não.
- Psé, suas desculpas não vai fazer meu coração voltar ao normal, eu já cansei disso, desculpas que não adiantam de nada - respirei fundo e disquei o numero do Justin que logo atendeu 


" - Oi.

- te espero no carro, vem agora."

Desliguei. 



- O que? tem alguém aqui com você? Beatrice? - Dei uma risada irônica - O que foi sou palhaço agora? - disse levemente irritado.
- Passar bem Pedro - disse e me virei indo em direção ao carro. 


Cheguei Perto do carro e já pude ver o Justin vindo com a Mih no colo. 



- O que foi? aconteceu alguma coisa ? - disse abrindo a porta e colocando a Milena na caderinha e logo abrindo a porta pra eu poder entrar. 

- Em casa nós conversamos ok? - ele assentiu e beijou minha testa fechou a porta do carro e dirigiu até a saída se não fosse o Pedro entrando na frente do carro 


- BEATRICE VAMOS CONVERSAR... EU JURO NÃO FIZ DE PROPÓSITO -  ele estava chorando.


- Hãn? o Pedro?  o que ele está fazendo aqui? - disse o Justin confuso
- só vamos sai daqui quado chegarmos te conto tudo - ele assentiu e desviou o carro do pedro que estava ajoelhado no chão com as mãos no rosto provavelmente chorando quando agente ia sai eu disse:  espera dá ré - ele deu ré e eu abaixei o vidro - Psiu... - pedro olho pra mim - nunca mais me procura, meu advogado irá manda pra você o pedido de divorcio, e hoje mesmo vou pedir pra Tereza queimar tudo o que é seu naquela casa - fechei o vidro e o Justin piso fundo. 






Continuaaa *-*

Um Big Beijão e um abraço bem apertado minhas lindas...



até a próxima.